terça-feira, 28 de setembro de 2010

E ai o pastor vai prestar conta da alma de suas ovelhas ou não??

Hebreus 13: 17

“Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.”

Bom muitos pastores tem usado deste versículo para argumentar que darão conta de nossas almas, mas a mesma palavra de DEUS diz na carta aos ROMANOS 14:12

“De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.”

Mas então há controvérsias na palavra de DEUS, pois se cada vai prestar conta de si mesmo, como poderia o PASTORES prestar conta de nós ?

Bom eu entendo que no português claro quando se usa o “COMO” e no caso “COMO AQUELES”, indica uma suposição, a palavra de DEUS supõe que os pastores velam pela nossa alma, isto é eles cuidam das nossas almas COMO SE FOSSE eles que vão dar conta dela, mas é uma suposição, caso contrario a palavra traz controvérsias, essa passagem fica mais clara ainda quando lida não tradução da linguagem de hoje veja:

“Obedeçam aos seus líderes e sigam as suas ordens, pois eles cuidam sempre das necessidades espirituais de vocês porque sabem que vão prestar CONTAS DISSO a DEUS. Se vocês obedecerem, eles farão o trabalho com alegria; mas, se vocês não obedecem, eles trabalharão com tristeza, e isso não ajudará vocês em nada.”

Pois bem fica claro pra mim, o que os pastores vão ter que realmente prestar contas, e ai sim a palavra de DEUS tem concordância com ROMANOS 14:12, os PASTORES vão prestar contas do trabalho que eles fizeram pela suas OVELHAS, do cuidado que cada um teve pelas as suas ovelhas, afinal DEUS o levantou para isso e é natural que tenha que prestar contas, pois todo subordinado tem que prestar contas ao seu patrão, e é isso que vai acontecer, agora PASTOR, BISPO, GUiA seja qual for o titulo, nenhum deles vai prestar contas por nós amados, portanto CUIDE das suas atitudes, porque não HAVERA desculpas na hora de prestar contas, ninguém vai poder interceder por você, nem mesmo o seu pastor.

Portanto eu concluo que DEVEMOS obedecer aos nosso pastores, guias enfim, porque o AMOR deles e tão grande por nós e por isso DEUS os levantou, ao ponto de eles velarem por nós COMO aqueles que vão dar conta de nossas almas, mas a salvação e INDIVIDUAL e você amado, só você vai prestar conta de si mesmo.

Hebreus 4: 13
“E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes, todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de prestar contas.”

Deus abençoe Joh Rezende

domingo, 26 de setembro de 2010

Fogo estranho


Em tempos de aberrações teológicas, apologistas e líderes evangélicos demonstram perplexidade diante de desvios doutrinários

O crente brasileiro sabe: vez por outra, a Igreja Evangélica brasileira é agitada por uma novidade. Pode ser a chegada de um novo movimento teológico, de uma doutrina inusitada ou mesmo de uma prática heterodoxa, daquelas que causam entusiasmo em uns e estranheza em outros. Quem frequentava igrejas nos anos 1980 há de se lembrar do suposto milagre dos dentes de ouro, por exemplo. Na época, milhares de crentes começaram a testemunhar que, durante as orações, obturações douradas apareciam sobrenaturalmente em suas bocas, numa espécie de odontologia divina. Muito se disse e se fez em nome dessa alegada ação sobrenatural de Deus, que atraiu muita gente aos cultos. Embora contestados por dentistas e nunca satisfatoriamente explicados – segundo especialistas, o amarelecimento natural de obturações ao longo do tempo poderia explicar o fenômeno, e houve quem dissesse que a bênção nada mais era que o efeito de sugestão –, os dentes de ouro marcaram época e ainda aparecem em bocas por aí, numa ou noutra congregação.

Outras manifestações nada convencionais sacudiram o segmento pentecostal de tempos em tempos. Uma delas era a denominada queda no Espírito, quando o fiel, durante a oração, sofria uma espécie de arrebatamento, caindo ao solo e permanecendo como que em transe. Disseminada a partir do trabalho de pregadores americanos como Benny Hinn e Kathryn Kuhlman, a queda no poder passou a ser largamente praticada como sinal de plenitude espiritual e chegou com força ao Brasil. A coqueluche também passou, mas ainda hoje diversos ministérios e pregadores fazem do chamado cair no poder elemento importante de sua liturgia. A moda logo foi substituída por outras, ainda mais bizarras, como a “unção do riso” e a “unção dos animais”. Disseminadas pela Comunhão Cristã do Aeroporto de Toronto, no Canadá, a partir de 1993, tais práticas beiravam a histeria coletiva – a certa altura do culto, diversas pessoas caíam ao chão, rindo descontroladamente ou emitindo sons de animais como leões e águias. Tudo era atribuído ao poder do Espírito Santo.

A chamada “bênção de Toronto” logo ganhou mundo, à semelhança das mais variadas novidades. Parece que, quanto mais espetacular a manifestação, mais ela tende a se popularizar, atropelando até mesmo o bom senso. Mas o que para muita gente é ato profético ou manifestação do poder do Senhor também é visto por teólogos moderados como simples modismos ou – mais sério ainda – desvios doutrinários. Pior é quando a nova teologia é usada com fins fraudulentos, para arrancar uma oferta a mais ou exercer poder eclesiástico autoritário. “A Bíblia diz claramente que haverá a disseminação de heresias nos últimos dias, e não um grande reavivamento, como alguns estão anunciando”, alerta Araripe Gurgel, pesquisador da Agência de Informações Religiosas (Agir). Pastor da Igreja Cristã da Trindade, ele é especialista em seitas e aberrações cristãs e observa que cada vez mais a Palavra de Deus tem sido contaminada e pervertida pelo apelo místico. “Esse tipo de abordagem introduz no cristianismo heresias disfarçadas em meias-verdades, levando a uma religião de aparência, sensorial, sem a real percepção de Deus”, destaca.

“Não dá para ficar quieto diante de tanta bizarrice”, protesta o pastor e escritor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ). Apologista, ele tem feito de seu blog uma trincheira na luta contra aberrações teológicas como as que vê florescer, sobretudo, no neopentecostalismo. “Acredito, que, mais do que nunca, a Igreja de Cristo precisa preservar a sã doutrina, defendendo os valores inegociáveis da fé cristã. A apologética cristã é um ministério indispensável à saúde do Corpo de Cristo”. Na internet, ele disponibiliza farto material, como vídeos que mostram um pouco de tudo. Um dos mais comentados foi um em que um dos líderes do Ministério de Madureira das Assembleias de Deus, Samuel Ferreira, aparece numa espécie de arrebatamento sobre uma pilha de dinheiro, arrecadado durante um culto. “Acabo de ver no YouTube o vídeo de um falso profeta chamado reverendo João Batista, que comercializa pó sagrado, perfume da prosperidade e até um tal martelão do poder”. acrescenta Vargens.

Autor do recém-lançado livro Cristianismo ao gosto do freguês, em que denuncia a redução da fé evangélica a mero instrumento de manipulação, o pastor tem sido um crítico obstinado de líderes pentecostais que fazem em seus programas de TV verdadeiras barganhas em nome de Jesus. “O denominado apóstolo Valdomiro Santiago faz apologia de sua denominação, a Igreja Mundial do Poder de Deus, desqualificando todas as outras. E tem ensinado doutrinas absolutamente antibíblicas, onde o ‘tomá-lá-dá-cá’ é a regra”. Uma delas é o trízimo, em que desafia o fiel a ofertar à instituição 30% de seus rendimentos, e não os tradicionais dez por cento. A “doutrina das sementes”, defendida por pregadores americanos como Mike Murdoch e Morris Cerullo nos programas do pastor Silas Malafaia, também rendeu diversos posts. Segundo eles, o crente deve ofertar valores específicos – no caso, donativos na faixa dos mil reais – em troca de uma unção financeira capaz de levá-lo à prosperidade. “Trata-se de um evangelho espúrio, para tirar dinheiro dos irmãos”, reclama Vargens. “Deus não é bolsa de valores, nem se submete às nossas barganhas ou àqueles que pensam que podem manipular o sagrado estabelecendo regras de sucesso pessoal.”

Crise teológica – Numa confissão religiosa tão multifacetada em suas expressões e diversa em termos de organização e liderança, é natural que o segmento evangélico sofra com a perda de identidade. O próprio conceito do que é ser crente no país – tema de capa da edição nº 15 de CRISTIANISMO HOJE – é extremamente difuso. E muitas denominações, envolvidas em práticas heterodoxas, vez por outra adotam ritos estranhos à tradição protestante. Joaquim de Andrade, pastor da Igreja Missionária Evangélica Maranata, do Rio, é um pesquisador de seitas e heresias que já enfrentou até conflitos com integrantes de outras crenças, como testemunhas de Jeová e umbandistas. Destes tempos, guarda o pensamento crítico com que enxerga também a situação atual da fé evangélica: “Vivemos uma verdadeira crise teológica, de identidade e integridade. Os crentes estão dando mais valor às manifestações espirituais do que à Palavra de Deus”.

Neste caldo, qualquer liderança mais carismática logo conquista seguidores, independentemente da fidelidade de sua mensagem à Bíblia. “Manifestações atraem pessoas. O próprio Nicodemos concluiu que os sinais que Cristo operou

foram além do alcance do povo, mas não temos evidência de que ele tenha mesmo se convertido”, explica o pastor Russel Shedd, doutor em teologia e um dos mais acreditados líderes evangélicos em atuação no Brasil. Ele refere-se a um personagem bíblico que teve importante discussão com Jesus, que ao final admoestou-lhe da necessidade de o homem nascer de novo pela fé. “Líderes que procuram vencer a competição entre igrejas precisam alegar que têm poder”, observa, lembrando que a oferta do sobrenatural precisa atender à imensa demanda dos dias de hoje. “Mas poder não salva nem transmite amor”, conclui.

“A busca pela expansão evangélica traz consigo essa necessidade de aculturação e, na cultura religiosa brasileira, nada mais puro do que a mistura”, acrescenta o pastor Fabrício Cunha, da Igreja Batista da Água Branca, em São Paulo. “O candomblé já fez isso, usando os símbolos do catolicismo; o espiritismo, usando a temática cristã; e agora, vêm os evangélicos neopentecostais, usando toda uma simbologia afro e um misticismo pagão”, explica. Como um dos coordenadores do Fórum Jovem de Missão Integral e membro da Fraternidade Teológica Latinoamericana, ele observa que mesmo os protestantes são fruto de uma miscigenação generalizada, o que, no campo da religião, tem em sua gênese um alto nível de sincretismo.

Acontece que, em determinadas comunidades cristãs, alguns destes elementos precisam ser compreendidos como estratégias de comunicação e atração de novos fiéis. Aí, vale tanto a distribuição de objetos com apelo mágico, como rosas ungidas ou frascos de óleo, como a oferta de manifestações tidas como milagrosas, como o já citado dente de ouro ou as estrelinhas de fogo – se o leitor ainda não conhece, saiba que trata-se de pontos luminosos que, segundo muitos crentes, costumam aparecer brilhando em reuniões de busca de poder, sobretudo vigílias durante a noite ou cultos realizados nos montes, prática comum nas periferias de grandes cidades como o Rio de Janeiro. O objetivo das tais estrelinhas? Ninguém sabe, mas costuma-se dizer que é fogo puro, assim como tantas outras manifestações do gênero.

“Alguns desses elementos são resultado de um processo de sectarização religiosa”, opina o teólogo e mestre em ciências da religião Valtair Miranda. “Ou seja, quanto mais exótica for a manifestação, mais fácil será para esse líder carismático atrair seguidores para seu grupo”. Miranda explica que, como as igrejas evangélicas, sobretudo as avivadas, são, em linhas gerais, muito parecidas, o que os grupos sectários querem é se destacar. “Eles preconizam um determinado

tópico teológico ou passagem bíblica, e crescem em torno disso. Objetos como lenços ungidos, medalhas, sal ou sabonete santificados são exemplos. Quanto mais diferente, maior a probabilidade de atrair algum curioso”. A estratégia tende a dar resultado quando gira em torno de uma figura religiosa carismática. “Sem carisma, estes elementos logo provocam sarcasmo e evasão”, ressalva. O estudioso lembra o que caracteriza fundamentalmente um grupo sectário – o isolamento. “Uma seita precisa marcar bem sua diferença para

segurar seu adepto. Quanto mais ele levantar seus muros, mais forte será a identidade e a adesão do fiel.”

“Propósito de Deus” – Mas quem faz das manifestações do poder do Espírito Santo parte fundamental de seu ministério defende que apenas milagres não bastam. “É necessário um propósito e uma mudança de vida”, declara o bispo Salomão dos Santos, dirigente da Associação Evangélica Missionária Ministério Vida. Como ele mesmo diz, trata-se de uma igreja movida pelo poder da Palavra de Deus, “que crê que Jesus salva, cura, liberta e transforma vidas”. O próprio líder se diz um fruto desse poder. Salomão conta que já esteve gravemente doente, sofrendo de hepatite, câncer e outras complicações que a medicina não podia curar. “Cheguei a morrer, mas miraculosamente voltei à vida”, garante o bispo, dizendo que chegou a jazer oito horas no necrotério de um hospital. “Voltei pela vontade de Deus”, comemora, cheio de fé.

Consciente, Salomão diz que milagres e manifestações naturais realmente acontecem, mas “somente para a exaltação e a glória do Senhor, e não de homens ou denominações”. O bispo também observa que alguns têm feito do poder extraordinário de Jesus uma grande indústria de milagres: “O Senhor não dá sua glória para ninguém. Ele opera maravilhas através da instrumentalidade de nossas vidas”. E faz questão de reiterar a simplicidade com que Jesus viveu sua vida terrena e que, muitas vezes, realizou grandes milagres sem nenhum alarde. “O agir de Deus não é um espetáculo.”

Fonte: cristianismohoje


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Confiar, se identificar e participar



Neemias 2 V 19 e 20

19 Porém Sambalate, Tobias e um árabe chamado Gesém souberam do que estávamos fazendo. Eles começaram a rir e a caçoar de nós. E disseram:

— O que é que vocês estão fazendo? Vocês vão se revoltar contra o rei?

20 Eu respondi:

— O Deus do céu nos dará sucesso. Nós somos servos dele e vamos começar a construir. Mas vocês não podem ser donos de nenhuma propriedade em Jerusalém, não têm nenhum direito de cidadãos e não têm nenhuma parte nas tradições religiosas do povo de Israel.

Eu queria destacar aqui neste algumas coisas que NEEMIAS nos mostra, na sua resposta aos homens que caçoaram dele.

1º “O Deus do céu nos dará sucesso” Neemias havia pedido ao Senhor no cap.1 V11 que ele tivesse SUCESSO na sua tarefa que era de RECONSTRUIR os muros de Jerusalém, mas a gente pode ver que NEEMIAS tinha CERTEZA do seu SUCESSO na obra é isso que me chamou a atenção, estes homens vieram zombar dele, e ele fez essa afirmação com CONVICÇÃO mesmo não vendo nada ainda, ele nem tinha começado ainda as obras, então ele AINDA via os MUROS caídos, mas isso não impediu de ele CRER no seu SUCESSO, porque sabia a QUEM ELE tinha confiado esta obra e tinha CERTEZA que DEUS ia lhe abençoar, AMADOS NEEMIAS, tinha em seu coração um propósito que era de reconstruir os MUROS DE JERUSALÉM, e quando ele CONFIOU isso ao SENHOR ele fez isso SABENDO QUE DEUS o abençoaria com o SUCESSO, por isso ele pode declarar da forma que ele declarou aos seus zombadores, NEEMIAS não estava pedindo algo pra si, ele queria abençoar o SEU POVO, e por isso tinha certeza que DEUS o ATENDERIA, e nós quando pedimos algo ao SENHOR será que pedimos pensando em abençoar o nosso irmão com a nossa benção? E será que quando pedimos confiamos MESMO que DEUS vai fazer?

2º “Nós somos servos dele e vamos começar a construir.” Olha que MARAVILHA, NEEMIAS sabia das condições dele diante de DEUS, sabia quem ele ERA, e a QUEM ELE SERVIA, amados que glória isso, temos que ter convicções de quem somos, a quem nós SERVIMOS, é isso que nos dará CONFIANÇA para continuar na caminhada.

3º “Mas vocês não podem ser donos de nenhuma propriedade em Jerusalém, não têm nenhum direito de cidadãos e não têm nenhuma parte nas tradições religiosas do povo de Israel.”

Neemias nos mostra que quem não tem parte com DEUS não pode ter nada que venha de DEUS, e não tem DIREITO de CIDADÃO dos CÉUS, só pode receber algo de DEUS quem SERVE a DEUS, só tem direito as PROMESSAS de DEUS quem SERVE a DEUS, só pode participar da alegria de DEUS quem serve a DEUS.

Amados, a quem nos temos servido? A uma IGREJA? A PLACAS de IGREJA? A homens? A nós mesmos? ou a DEUS?

Temos que saber que podemos receber algo de DEUS se estivermos em LIGAÇÃO com ELE, muito embora DEUS seja MISERICORDIOSO ele acima de TUDO É JUSTIÇA, então entendamos que precisamos buscar PRIMEIRAMENTE o REINO DE DEUS E SUA JUSTIÇA, e buscar com a CONVICÇÃO,com a certeza que NEEMIAS tinha que DEUS o OUVIA, reconhecendo a nossa condição diante de DEUS, que é de SERVOS, que o SENHOR fale ao seu coração e te de a porção de Fé, de maneira que você possa em nome de JESUS mover as montanhas na sua vida. Deus te abençoe.

Joh Rezende.

sábado, 4 de setembro de 2010

QUERO SER O TEU INSTRUMENTO SENHOR !




(EZEQUIEL 33:32) Eis que tu és para eles como uma canção de amores,de quem tem voz suave,e que bem tange;porque ouve as tuas palavras!

Não duvido, o fato que todos vocês tem o desejo de ser instrumento nas mãos de Deus! Eu também !

Mas para Deus usar-lo,existe alguns requisitos que o Espírito de Deus exige.

É claro que umas notas falhas ocasionalmente e muito de vez em quando, acontece e faz parte da condição humana que não é perfeita .

Agora errar sempre é outra historia!

Já percebi a cautela e o amor que um violonista tem pelo seu instrumento que pagou caro!

Antes de usar seu violão ,um bom violonista se certificara que as cordas estão bem afinadas para que as notas atingem o tom esperado (nem a mais e nem a menos!). Semi-tonar é desafinar!

Quando Deus vê que estamos semi-tonando, Ele nos para e ajusta imediatamente porque irrita os seus ouvidos !

O processo pode se tornar rápido,mas cordas por cordas,Ele as tencionam até chegar a perfeição !

Quais são as cordas (ferramentas) que nos fazem liberar som ?

Os dons divinos!

Desafinou no amor perdendo-o como estava inicialmente ? Ele vai mexer na sua vida para tencionar essa área até chegar onde Ele quer!

Desafinou a paz de Cristo ? Ele vai tencionar algumas áreas da sua vida ,arrancando “ídolos” que foram a origem desse “roubo”,para que recupere a tua paz!

Desafinou na área de liberar misericórdia sobre teu próximo ? Ele vai tencionar e ajustar seu coração altivo para retornar-lo simples e humilde!

Com o tempo,o instrumento se deteriora,é normal! Existem fases na vida onde o instrumentista haverá de colocar verniz novamente no instrumento!

Que humilhação representa para o instrumento,parar de tocar para entrar na fabrica do “Luthier”!

Não se coloca verniz novo onde esta o velho verniz usado e gastado ! Ele precisa ser lixado!

Deus precisa lixar nosso caráter antes de colocar sobre nós uma camada de verniz ungida no nosso ministério!

Há lixas duras,destinadas a lixar instrumentos judiados e muito estragados pelo tempo e mau uso !

E há outras lixas,mais leves,destinadas a lixar mais superficialmente!

Seja a lixa que for usada ,saiba que é para seu bem , e que Deus precisa lixar seu coração para que você seja instrumento bonito e afinado! Cris Duran

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Carregador de Potes



Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe, o pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer. Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço. - "Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas." - "Por quê?" Perguntou o homem. - "De que você está envergonhado?" - "Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços”, disse o pote. O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou: - “Quando retornarmos para a casa de meu senhor quero que percebas as flores ao longo do caminho”. De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote: - “Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa”. Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de Seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se o reconhecermos, e confiarmos realmente nele, poderão causar beleza. Das nossas fraquezas podemos tirar forças.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Graça


É o beijo da graça que torna o irritante coaxar do sapo no falar suave do príncipe encantado.
Nada me deixa mais emocionado do que hospedar a beleza em meus sentidos.
Quando sou escolhido para receber no coração a ternura do traço, a singeleza da cor, o mistério da palavra, a emoção da cena, o sentimento do som ou a sabedoria do silêncio, saboreio o instante com a intensidade dos apaixonados.
Experimento uma metamorfose ardente em todas as dimensões da minha existência e enxergo o quanto é deprimente rodear o lago como se o universo morasse ali.
Passo a desejar música, comunhão, significado e lágrimas. Quero dançar alegrias e ler as esperanças escritas nos pergaminhos da dor.
Sim, começo a desejar a realeza. Não pelo brilho da vaidade, ou pela sensualidade do poder. Mas pela riqueza de sonhos, afetos, poesias, ideais e fusões que fazem parte da vida de um herdeiro do trono do Reino do amor.
Este é o tão celebrado milagre da transformação. Os pensamentos que se contentavam em rastejar descobrem que possuem asas, e passam a brincar com nuvens.
Louvo ao Senhor por emprestar a tudo o que existe, uma pequena porção de Sua glória e esplendor.
Hoje preguei. Cantei. Abracei. Conversei. Li e orei. E fui abençoado enquanto vivia cada uma destas realidades.

No que li, pensei, refleti, disse, senti e contemplei. Nestas coisas escutei a voz que não mente ensinando-me que os sapos já foram príncipes.
Quando nossos rostos esverdeados são alcançados pelos lábios da Graça, recordamos que o pântano não é belo e que há muito mais para ser visto com nossos verdadeiros olhos, olhos de príncipe. Somos herdeiros do trono do AMOR.
Thiago Grulha